terça-feira, 14 de outubro de 2014

Entrevista de SUP Yoga para o Globo Esporte - Carolina (Nina) Carvalho


Fotógrafo @naideron

Reportagem que saiu hoje na Globo RPC TV sobre as aulas de SUP YOGA que dou no Passaúna. 

É com gratidão que represento o @supyogabrazil aqui no sul, uma parceria com muita sintonia e rendendo bons frutos.
Esse é o resultado de um trabalho feito com dedicação e muito amor!






Assistam aqui em alta resolução:
http://globotv.globo.com/rpc/globo-esporte-pr/v/uniao-de-stand-up-padde-e-yoga-desperta-curiosidade-em-curitiba/3696055/

Saiu também na SporTV em rede nacional:
http://globotv.globo.com/sportv/sportvnews/v/praticantes-de-stand-up-paddle-misturam-esporte-com-yoga-em-curitiba/3697776/

Para saber mais sobre as aulas, me sigam no INSTAGRAM: @carolinacarvalhosup e @instabynina

Confiram algumas fotos do SUP YOGA DAY, agora todos os sábados no Passaúna (curitiba):








As fotos abaixo foram feitas pela equipe do canal do YouTube MandôBem, que também cobriu o evento. Em breve mais vídeos desse dia incrível!









quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Amor Próprio ONLINE - ByNina



Ele colocou o coração no mudo.
Preferiu arquivar o que sentia.
Mas eu senti tudo enquanto o coração dele falava tanto de amor.
Agora me obrigo a desligar meu coração do coração dele.
Aperto o offline. 
Ta fora da área de cobertura.
Tento de novo.
Sem sinal.
Reinicio o sistema.
Trava.
Respiro fundo.
Começo desligando palavra por palavra de tudo de lindo que ele me disse.
E depois desligo cada atitude que ele teve que tanto me encantou.
Consigo enfim conectar a insegurança com o medo que veio nele depois, junto com o silêncio e o gelo que tomou conta em alguns momentos que senti tanta falta daquelas palavras e atitudes do início.
Pode ser passageiro, penso comigo, mas aprendi a ser prática.
Achei que conseguiria esperar o tempo dele, mas meu tempo é precioso demais para isso.
Para mais ou menos não há espaço no meu coração.
Deleto.
Agora parece que tudo não passou de um sonho bom no começo, com uma parte estranha no meio e um final confuso que eu adiantei.
Meu coração agradece, mesmo que minha mente ainda não tenha processado tudo que aconteceu.
Quem sabe o coração dele se abre um dia e ele perceba o quanto perdeu.
Quem sabe...
Mas agora quem sabe o que está fazendo sou eu.
Offline.
Consegui.
Ainda dói...
Mas meu amor próprio está online.

ByNina

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Frases e Artes ByNina



ILUMINADA PELO SOL
GUIADA PELA LUA
PROTEGIDA PELA TERRA
ABENÇOADA PELO MAR
ALIMENTADA PELO AR
E FEITA DE NATUREZA

ByNina




Quando você está em um lugar, pensando em outro lugar, você não está em lugar nenhum. ByNina



(sobre) VIVER tentando adivinhar o futuro, nos priva do mais urgente:
            VIVER o momento presente e estar satisfeito com isso. 
            ByNina


Quanto mais você cobrar, menos você vai ter.
ByNina


Se você achar que está vivendo um momento conturbado, imagine que a tua história é a história de outra pessoa.
E então se pergunte: o que você diria a ela nessa situação?
Ás vezes para ver melhor precisamos sair do nosso próprio centro e fingir nos observar com os olhos do outro.
ByNina


Se for para pegar no meu pé que seja para fazer massagem.
ByNina


Copiem e compartilhem a vontade! Só coloquem a autoria!

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Todas nós merecemos um amor de verdade (Joyce Xavier & Carolina Carvalho)



Pare de se contentar com tão pouco. 
Todas nós merecemos um amor de verdade, do tipo que fala o que sente. 
Sem frescura, sem rodeio, sem insegurança. 
Que te pega de jeito, mas também te pega no colo. 
Um amor para ser o nosso diário, um ser que na cama nos faz perder a timidez. A luz que não se apaga durante as noites e a escuridão que não nasce nos nossos dias. 
Um amor que assume, um amor soma e não que some.
Que faz das suas palavras os seus atos, do seu abraço a sua morada e dos seus beijos, paraíso.
Um amor que faça o meu dia melhor e minhas noites mais quentes. 

Um amor que me proporciona abraços apertados e juras de amor para todo o lado.
Um amor de verdade para quem só conheceu amores de mentira.
Um amor, apenas um, mas que cumpra tudo aquilo em que todos os outros falharam!
Um amor que acerte no alvo mais adorável, eu.

Joyce Xavier (A tal da Joyce Xavier)  & Carolina Carvalho (ByNina)

domingo, 27 de julho de 2014

Lição da Abelha



"As abelhas nos dão um grande exemplo de DESAPEGO.
Após construírem a colmeia, elas abandonam-na.
E não a deixam morta, em ruínas, mas viva e repleta de alimento.
Todo mel que fabricaram além do que necessitavam é deixado. Batem asas para a próxima morada sem olhar para trás.
Num ato incomum, abandonam tudo o que levaram a vida para construir.
Simplesmente, o soltam sem preocupação se vai para outro.
Deixam o melhor que têm, seja pra quem for - o que é muito diferente de doar o que não tem valor ou dirigir a doação para alguém de nossa preferência.
Se queremos ser livres, parar de sofrer pelo que temos e pelo que não temos, devemos abrigar um único desejo: o de nos transformar. Assim, quando alguém ou algo tem de sair de nossa vida, não alimentamos a ilusão da perda.
O sofrimento vem da fixação a algo ou a alguém.
O apego embaça o que deveria estar claro: por trás de uma pretensa perda está o ensinamento de que algo melhor para nosso crescimento precisa entrar.
Se não abrirmos mão do velho, como pode haver espaço para o novo?"

Autor desconhecido

segunda-feira, 5 de maio de 2014

30 coisas que você deve parar de fazer a si mesmo



1. Pare de perder tempo com as pessoas erradas. - A vida é muito curta para perder tempo com pessoas que sugam a sua alegria para fora de você. Se alguém quer você em sua vida, eles vão criar espaço para você. Você não deveria ter que lutar por um lugar. Nunca, jamais insista em aparecer diante de alguém que subestima o seu valor. E lembre-se, seus verdadeiros amigos não são as pessoas que estão ao seu lado quando você está vivendo seus melhores dias, mas sim aqueles que permanecem mesmo nos piores momentos.

2. Pare de fugir dos seus problemas. – Encare-os de frente. Não, não vai ser fácil. Não há ninguém no mundo capaz de sair ileso de cada pancada que leve. Não é esperado que estejamos aptos a imediatamente resolver quaisquer problemas. Simplesmente não somos feitos desta forma. Na verdade, somos feitos para nos irritarmos, nos entristecermos, nos machucarmos, tropeçarmos e cairmos. E é por isto ser a razão mesma de viver – encarar problemas, aprender, se adaptar, e resolvê-los ao longo do tempo. Isso é o que efetivamente nos molda na pessoa que nos tornamos.

3. Pare de mentir para si mesmo. – Você pode mentir para qualquer outra pessoa no mundo, mas você não consegue mentir para si mesmo. Nossas vidas melhoram apenas quando arriscamos encarar as oportunidades, e a primeira e mais dificil oportunidade que podemos encarar é sermos honestos conosco mesmos.

4. Pare de colocar as suas necessidades em segundo plano. – A coisa mais dolorosa é perder-se de si mesmo no processo de “amar” alguém demais, e esquecer de que você é especial, também. Sim, ajude aos outros; Mas ajude-se também. Se existe um momento para correr atrás de sua paixão e fazer algo que realmente importa para você mesmo,este momento é agora.

5. Pare de tentar ser alguém que você não é. – Um dos maiores desafios na vida é ser você mesmo em um mundo que tenta fazê-lo igual a todos os outros. Alguém sempre vai ser mais bonito, alguém sempre será mais esperto, alguém sempre será mais jovem, mas eles jamais serão você. Não mude para que os outros passem a gostar de você. Seja você mesmo e as pessoas certas vão amar quem você é de verdade.

6. Pare de se apegar ao passado. - Você não pode iniciar o próximo capítulo da sua vida se você continua relendo o anterior.

7. Pare de ter medo de cometer erros. – Fazer algo e falhar é ao menos dez vezes mais produtivo do que não fazer nada. Todo sucesso deixa uma trilha de falhas atrás de si, e cada falha é um passo rumo ao sucesso. Você acaba se arrependendo muito mais das coisas que NÃO fez, do que daquelas que fez.

8. Pare de se reprender por velhos tropeços. - Nós podemos amar a pessoa errada e chorar sobre as coisas erradas, mas não importa o quão erradas as coisas se tornem, uma coisa é certa, os enganos nos ajudam encontrar a pessoa e as coisas que são certas para nós. Todos cometemos enganos, temos tropeços e mesmo nos arrependemos das coisas em nosso passado. Mas você não é seus enganos, nem seus tropeços, e você está aqui AGORA com o poder de definir o seu dia e o seu futuro. Toda e cada coisa que aconteceu na sua vida está te preparando para um momento que ainda virá.

9. Pare de tentar comprar felicidade. - Muitas das coisas que desejamos são caras. Mas a verdade é que, as coisas que realmente nos satisfazem, são totalmente grátis – amor, risadas e trabalhar naquilo que nos apaixona.

10. Pare de procurar a felicidade exclusivamente nos outros. – Se você não está feliz com quem você é por dentro, você tampouco será feliz em um relacionamento de longo prazo com quem quer que seja. Você precisa criar estabilidade na própria vida em primeiro lugar, antes que possa compartilhá-la com mais alguém.

11. Pare de ficar ocioso. - Não pense demais ou você criará um problema que nem existia, para começar. Avalie as situações e tome ações decisivas. Você não pode mudar o que se recusa a encarar. Progredir envolve assumir riscos. Ponto! Vocẽ não pode andar até a segunda base e manter o seu pé ainda na primeira.

12. Pare de pensar que você não está pronto. - Ninguém realmente se sente 100% pronto quando uma oportunidade aparece. E isto acontece porque as mais grandiosas oportunidades na vida nos forçam a crescer além das nossas zonas de conforto, o que significa que não estaremos totalmente confortáveis, no início.

13. Pare de se envolver em relacionamentos pelas razões erradas. – Relacionamentos devem ser escolhidos com sabedoria. É melhor estar só do que em má companhia. Não há necessidade de pressa. Se alguma coisa deve ser, ela acontecerá – no seu tempo certo, com a pessoa certa e pela melhor das razões. Se apaixone quando estiver pronto, não quando estiver solitário.

14. Pare de rejeitar novas relações por que as antigas não funcionaram. – Na vida você perceberá que existe um propósito em conhecer cada pessoa que você conhece. Alguns testarão você, outros te usarão e outros te ensinarão. Mas, o que é mais importante, alguns despertarão o que há de melhor em você.

15. Pare de tentar competir com todo mundo. - Não se preocupe com o que os outros fazem melhor do que você. Concentre-se em bater os seus próprios recordes todos os dias. O sucesso é uma batalha travada apenas entre VOCÊ e VOCÊ MESMO.

16. Pare de ter inveja dos outros. – A inveja é a arte de contar as bençãos alheias, ao invés das próprias. Se pergunte o seguinte: “O que é que eu tenho que todas as outras pessoas desejam?”

17. Pare de reclamar e sentir pena de si mesmo. – As “bolas com efeito” da vida são jogadas por um motivo – para mudar o seu caminho numa direção que se destina a você. Você pode não ver ou entender tudo no momento em que isto acontece, e pode ser difícil. Mas pense naquelas “bolas curvas” negativas que foram jogadas para você no passado. Você frequentemente perceberá que no final elas te levaram a melhores lugares, pessoas, estados de espírito, ou situações. Então sorria! Deixe todos saberem que hoje você é mais forte do que era ontem, e então você será.

18. Pare de guardar rancor. – Não viva a sua vida com ódio no coração. Você acabará machucando a si próprio muito mais do que as pessoas que você odeia. Perdoar não é dizer “o que você fez de errado comigo não tem importância”, é dizer “eu não vou permitir que o que você fez comigo seja a ruína eterna da minha felicidade”. Perdoar é a resposta… desapegue, encontre paz e liberte-se! E lembre-se, o perdão não é apenas para as outras pessoas, é para si mesmo também. E você deve perdoar-se, seguir em frente e tentar fazer melhor na próxima vez.

19. Pare de deixar os outros te rebaixarem ao nível deles. – Recuse-se em baixar os seus padrões de qualidade para acomodar aqueles que se recusam a elevar os deles.

20. Pare de perder tempo se explicando aos outros. – De toda forma, seus amigos não precisam e seus inimigos não vão acreditar. Apenas faça o que seu coração aponta como o caminho certo.

21. Pare de fazer as mesmas coisas de novo, e de novo, sem uma pausa. - A hora certa de respirar profundamente é quando você não tem tempo pra isso. Se você continuar insistindo no que está fazendo, você vai continuar obtendo o mesmo resultado. Às vezes, você precisa se distanciar um pouco para ver as coisas mais claramente.

22. Pare de negligenciar a beleza dos pequenos momentos. – Aproveite as pequenas coisas, pois um dia você pode olhar para trás e descobrir que elas eram as grandes coisas. A melhor porção da sua vida será composta dos pequenos e inomináveis momentos que você passa sorrindo junto de alguém importante pra você.

23. Pare de tentar alcançar a perfeição. – O mundo real não recompensa o perfeccionismo, ele recompensa as pessoas que conseguem fazer as coisas.

24. Pare de seguir o caminho do menor esforço. – A vida não é fácil, especialmente quando você planeja alcançar algo de valor. Não pegue o caminho mais fácil. Faça algo extraordinário.

25. Pare de agir como se tudo estivesse bem, quando não está. – É perfeitamente normal desmoronar por um breve período. Você nem sempre precisa fingir que é o mais forte, nem constantemente tentar provar que tudo está indo bem. Você tampouco deveria se preocupar com o que os outros pensam – chore se precisar – é saudável colocar suas lágrimas para fora. Quanto mais cedo você o fizer, mais cedo você estará apto a sorrir genuinamente de novo.

26. Pare de culpar os outros pelos seus próprios problemas. - A dimensão com que você conseguirá realizar seus sonhos depende da dimensão com que você assume responsabilidade pela própria vida. Quando você culpa os outros pelo que você está passando, você nega responsabilidade – você dá aos outros poder sobre aquela parte da sua vida.

27. Pare de tentar ser tudo para todos. – Alcançar isto é impossível, e tentar apenas te levará ao esgotamento. Mas fazer uma pessoa sorrir PODE mudar o mundo. Talvez não todo o mundo, mas o mundo dela. Então estreite o seu foco.

28. Pare de se preocupar demais. – A preocupação não removerá os obstáculos do amanhã, mas removerá as delícias do dia de hoje. Um modo de verificar se algo vale o esforço de super ponderar a respeito é se fazer a seguinte pergunta: “Isso importará daqui a um ano? Três anos? Cinco anos?”. Se não, então não é nada que valha o esforço de preocupar-se.

29. Pare de focar naquilo que você não quer que aconteça. – Foque naquilo que você quer que aconteça. Pensamento positivo está na dianteira de todo grande história de sucesso. Se você acordar toda manhã com o pensamento de que algo maravilhoso acontecerá na sua vida hoje, e você prestar muita atenção, você com frequência descobrirá que tem razão.

30. Pare de ser ingrato. – Não importa o quão bom ou o quão ruins as coisas estejam, acorde todo dia grato pela sua vida. Alguém em algum lugar está desesperadamente lutando pela própria vida. Ao invés de pensar naquilo que falta, tente pensar em tudo aquilo que você já tem e que quase todo mundo sente falta.

Autores: Marc e Angel, visite o site e confira várias listas inspiradoras.

FONTE: http://www.lifebuzz.com/pt-br/30-coisas/



segunda-feira, 28 de abril de 2014

Murar o medo - Mia Couto



O medo foi um dos meus primeiros mestres. Antes de ganhar confiança em celestiais criaturas, aprendi a temer monstros, fantasmas e demônios. Os anjos, quando chegaram, já era para me guardarem, servindo como agentes da segurança privada das almas. Nem sempre os que me protegiam sabiam da diferença entre sentimento e realidade. Isso acontecia, por exemplo, quando me ensinavam a recear os desconhecidos. Na realidade, a maior parte da violência contra as crianças sempre foi praticada não por estranhos, mas por parentes e conhecidos. Os fantasmas que serviam na minha infância reproduziam esse velho engano de que estamos mais seguros em ambientes que reconhecemos. Os meus anjos da guarda tinham a ingenuidade de acreditar que eu estaria mais protegido apenas por não me aventurar para além da fronteira da minha língua, da minha cultura, do meu território.

O medo foi, afinal, o mestre que mais me fez desaprender. Quando deixei a minha casa natal, uma invisível mão roubava-me a coragem de viver e a audácia de ser eu mesmo. No horizonte vislumbravam-se mais muros do que estradas. Nessa altura, algo me sugeria o seguinte: que há neste mundo mais medo de coisas más do que coisas más propriamente ditas.

No Moçambique colonial em que nasci e cresci, a narrativa do medo tinha um invejável casting internacional: os chineses que comiam crianças, os chamados terroristas que lutavam pela independência do país, e um ateu barbudo com um nome alemão. Esses fantasmas tiveram o fim de todos os fantasmas: morreram quando morreu o medo. Os chineses abriram restaurantes junto à nossa porta, os ditos terroristas são governantes respeitáveis e Karl Marx, o ateu barbudo, é um simpático avô que não deixou descendência.

O preço dessa construção [narrativa] de terror foi, no entanto, trágico para o continente africano. Em nome da luta contra o comunismo cometeram-se as mais indizíveis barbaridades. Em nome da segurança mundial foram colocados e conservados no Poder alguns dos ditadores mais sanguinários de que há memória. A mais grave herança dessa longa intervenção externa é a facilidade com que as elites africanas continuam a culpar os outros pelos seus próprios fracassos.
A Guerra-Fria esfriou mas o maniqueísmo que a sustinha não desarmou, inventando rapidamente outras geografias do medo, a Oriente e a Ocidente. E porque se trata de novas entidades demoníacas não bastam os seculares meios de governação… Precisamos de intervenção com legitimidade divina… O que era ideologia passou a ser crença, o que era política tornou-se religião, o que era religião passou a ser estratégia de poder.

Para fabricar armas é preciso fabricar inimigos. Para produzir inimigos é imperioso sustentar fantasmas. A manutenção desse alvoroço requer um dispendioso aparato e um batalhão de especialistas que, em segredo, tomam decisões em nosso nome. 

Eis o que nos dizem: para superarmos as ameaças domésticas precisamos de mais polícia, mais prisões, mais segurança privada e menos privacidade. Para enfrentar as ameaças globais precisamos de mais exércitos, mais serviços secretos e a suspensão temporária da nossa cidadania.

Todos sabemos que o caminho verdadeiro tem que ser outro. Todos sabemos que esse outro caminho começaria pelo desejo de conhecermos melhor esses que, de um e do outro lado, aprendemos a chamar de “eles”.
Aos adversários políticos e militares, juntam-se agora o clima, a demografia e as epidemias. O sentimento que se criou é o seguinte: 

A realidade é perigosa, a natureza é traiçoeira e a 

humanidade é imprevisível. 

Vivemos – como cidadãos e como espécie – em permanente situação de emergência. Como em qualquer estado de sítio, as liberdades individuais devem ser contidas, a privacidade pode ser invadida e a racionalidade deve ser suspensa.
Todas estas restrições servem para que não sejam feitas perguntas [incômodas] como, por exemplo, estas: porque motivo a crise financeira não atingiu a indústria de armamento? Porque motivo se gastou, apenas o ano passado, um trilião e meio de dólares com armamento militar? Porque razão os que hoje tentam proteger os civis na Líbia são exatamente os que mais armas venderam ao regime do coronel Kadaffi? Porque motivo se realizam mais seminários sobre segurança do que sobre justiça?

Se queremos resolver (e não apenas discutir) a segurança mundial – teremos que enfrentar ameaças bem reais e urgentes. Há uma arma de destruição massiva que está sendo usada todos os dias, em todo o mundo, sem que sejam precisos pretextos de guerra. Essa arma chama-se fome. Em pleno século 21, um em cada seis seres humanos passa fome. O custo para superar a fome mundial seria uma fracção muito pequena do que se gasta em armamento. A fome será, sem dúvida, a maior causa de insegurança do nosso tempo.

Mencionarei ainda outra silenciada violência: em todo o mundo, uma em cada três mulheres foi ou será vítima de violência física ou sexual durante o seu tempo de vida… A verdade é que… pesa uma condenação antecipada pelo simples facto de serem mulheres.

A nossa indignação, porém, é bem menor que o medo. Sem darmos conta, fomos convertidos em soldados de um exército sem nome, e como militares sem farda deixamos de questionar. Deixamos de fazer perguntas e de discutir razões. As questões de ética são esquecidas porque está provada a barbaridade dos outros. E porque estamos em guerra, não temos que fazer prova de coerência nem de ética nem de legalidade.

É sintomático que a única construção humana que pode ser vista do espaço seja uma muralha. A chamada Grande Muralha foi erguida para proteger a China das guerras e das invasões. A Muralha não evitou conflitos nem parou os invasores. Possivelmente, morreram mais chineses construindo a Muralha do que vítimas das invasões do Norte. Diz-se que alguns dos trabalhadores que morreram foram emparedados na sua própria construção. Esses corpos convertidos em muro e pedra são uma metáfora de quanto o medo nos pode aprisionar.

Há muros que separam nações, há muros que dividem pobres e ricos. Mas não há hoje no mundo muro que separe os que têm medo dos que não têm medo. Sob as mesmas nuvens cinzentas vivemos todos nós, do sul e do norte, do ocidente e do oriente… 

Citarei Eduardo Galeano acerca disso que é o medo global:

“Os que trabalham têm medo de perder o trabalho. Os que não trabalham têm medo de nunca encontrar trabalho. Quem não têm medo da fome, têm medo da comida. Os civis têm medo dos militares, os militares têm medo da falta de armas, as armas têm medo da falta de guerras.”

E, se calhar, acrescento agora eu, há quem tenha medo que o medo acabe.

Mia Couto

quarta-feira, 9 de abril de 2014

A evolução do Yoga



É estranho como o ser humano se comporta diante de mudanças.
Lembram quando apareceram os primeiros celulares? 
Eram enormes, tinham somente a função de fazer e receber chamadas e ainda eram considerados artigos de luxo.
A tecnologia avançou e hoje carregamos conosco celulares que são melhores que muitos computadores. O que antes era artigo de luxo virou necessidade. Pelo menos para a grande maioria das pessoas.
Mas imagine você, uma pessoa tradicional, lutando para que os primeiros celulares continuassem no mercado e criticando ferozmente todo o avanço tecnológico. 
Meio surreal, não acha?

Tenho visto e ouvido, desde que comecei a praticar Yoga, grandes discussões sobre o que é Yoga, sobre qual o Yoga mais autêntico, sobre as origens do Yoga, sobre o que é certo, errado, verdadeiro, falso e assim por diante.
Nunca entrei nessa porque enquanto as pessoas discutiam suas verdades, achei mais útil estudar, praticar e entender o Yoga.
Estudei muito filosofia e mitologia. Fui além da teoria exclusiva dedicada ao Yoga.
E minha conclusão é que o Yoga evoluiu.
Depois de anos em baixa, as práticas de Yoga vêm ganhando força novamente.
Não é de admirar que o Yoga que está em alta é justamente o que foge do tradicional.
Com essa linha de pensamento, volto a falar do celular.
Por mais que avanços e mudanças tenham acontecido, ele continua sendo um celular: menor, mais moderno, com mais funções.
O Yoga também continua sendo Yoga.
Não importa se a prática é Vinyasa Flow, Acro Yoga, Hot Yoga, Iyengar Yoga e agora o SUP Yoga.
Não importa se o Yoga é considerado um caminho espiritual ou apenas uma filosofia prática.
O que realmente importa é se identificar e praticar o método que você escolheu da melhor forma possível. Ou vários deles. 
Yoga é integração, união. 
União de você com Deus, ou com a sua natureza divina. 
União com a natureza, com o Universo. 
Com as outras pessoas e com você mesmo, com sua essência.
Yoga é o "todos somos um".
Mas e na prática, quem fala tudo isso, faz?
Como eu gostaria que sim.

O Ahimsa, palavra sânscrita que significa não agressão, comparo aqui com o fio da tomada usado para carregar a bateria do celular.  
Sattva, palavra sânscrita que significa verdade, ou autenticidade, comparo aqui com a própria bateria do aparelho.
Assim como eletricidade e bateria são essenciais para o funcionamento do celular, Ahimsa e Sattva são fundamentais em qualquer prática de Yoga.
Curioso é que muito professor de Yoga esquece disso.

Se você ainda não decidiu sobre qual linha seguir, desconfie daquelas que agridem outros métodos e se dizem donas da verdade.
Essas estão indo contra esses dois princípios básicos que citei acima:
Ahimsa e Sattva.
Um bom professor ensina seu método sem precisar falar mal de nenhum outro. Mesmo se a desculpa for alertar o praticante, acredito que todos somos inteligentes o suficiente para não cair em roubadas, ou percebê-las a tempo. Assim como também somos capazes de discernir o que achamos certo e errado para nós. E isso é muito pessoal.

Essas são opiniões próprias.
Encontrei no Yoga minha filosofia de vida.
Praticar ásanas, pranayamas, meditação e mantras mudou minha vida.
Se faço isso em uma escola de Yoga, na sala da minha casa ou em cima de uma prancha, continua sendo Yoga.
Minha proposta como professora é ensinar o praticante a usar todas essas ferramentas que o Yoga dispõe, com o objetivo do aluno se conhecer mais e então, ser uma pessoa cada vez melhor.

Carolina Carvalho | ByNina



'Quando o amor é a condição para os nossos atos, não há outro resultado se não o bem.'
(frase citada pela minha amiga Roberta Gomes, em uma das nossas conversas sobre Yoga. Eu assino embaixo!)

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

SUP YOGA - Tudo que você precisa saber - por Carolina Carvalho



INÍCIO

Comecei a praticar Stand Up Paddle (SUP) em 2011.
Foi amor a primeira remada!

Até então desconhecia o SUP YOGA. Remei muito, antes de começar.
No verão de 2012 para 2013 comecei a praticar ásanas e meditação em cima da prancha. Li algumas reportagens sobre SUP YOGA, mas todas de fora do Brasil. Mas por mais experiência que eu tivesse com Yoga, dou aula e pratico há 11 anos, senti necessidade de praticar sozinha antes, para depois elaborar uma aula.

Em março desse ano, em Balneário Camboriú, conheci uma amiga (Suelen Sandri) que tinha passado 2 anos na Austrália. Ela teve experiência com o SUP YOGA lá, e fiz uma aula com ela e mais uns amigos. Ela deu metade da aula e eu a outra metade. Identifiquei-me tanto que depois dessa experiência comecei a formar grupos e dar aulas.


A primeira aula que eu dei mesmo tinham pessoas participando de 13 a 68 anos.
Foi muito bom. Além dos ásanas, dei meditação, relaxamento e vocalização de mantras.
Naquele dia, naquela aula, tive certeza que era nisso que eu queria me dedicar.

Primeira prática de SUP YOGA (maio/2013)

Workshop SUP YOGA (agosto/3013)

COMO CONDUZIR UMA BOA PRÁTICA

Vou contar um pouco sobre uma experiência muito boa que tive com o Yoga. Dei aulas gratuitas de Yoga durante quase um ano pela ONG Vida Ativa, ligada a prefeitura de São Paulo, no parque da Sabesp, no ano de 2010. Estendi essa experiência de Yoga gratuita para a escola que eu dava aula, direcionada a pessoas que não tinham condições de pagar a mensalidade. Dar aula para pessoas de todas as idades, classes sociais e diferentes crenças e cultura foi enriquecedor. Eu precisava falar uma língua que todos entendessem, e adaptar a aula pra satisfazer tanto alunos mais flexíveis, quanto os com mais dificuldade.
Essa experiência foi fundamental para eu elaborar o modelo de aula de SUP YOGA que dou hoje.
Procuro simplificar o máximo a teoria, mas de forma que na prática, as pessoas entendam o que estão fazendo.

A primeira coisa que eu falo antes de entrar no mar é sobre a nova experiência que os alunos vão encarar. Como tudo que é novo e desconhecido acaba gerando uma certa ansiedade, e muitas vezes insegurança, imagina uma pessoa que nunca remou, nunca fez Yoga, e de repente vai encarar o equilíbrio em cima de uma prancha junto com os exercícios! O que reparei é que muita gente, ao subir na prancha pela primeira vez, tem dificuldade no equilíbrio por estar com as pernas bambas. Então eu falo que as pernas bambas não estão bambas porque a pessoa não tem equilíbrio, mas sim, porque está insegura.
Qual a primeira coisa que você sente ao levar um susto? Faltam as pernas!
O medo e a insegurança provocam isso. Quando o aluno toma consciência disso, cessa a insegurança e
melhora o equilíbrio na hora.

O SUP YOGA promove uma consciência corporal incrível.
Quanto mais confiança o aluno ganha no mar, nos exercícios, mais confiança ele tem nele mesmo.
Isso vai refletir fora da água, nas situações que temos que enfrentar diariamente na vida.

Uma boa aula tem que atender bem todos os alunos.
Mais de 10 alunos fica complicado se só tem um professor, pois todos têm que ver e ouvir as instruções para os exercícios, e o professor, por sua vez tem que estar atento para que os alunos façam as posições corretamente. É muito importante saber descrever o ásana (posição), não só executar e pedir que repitam. Como não dá para corrigir os alunos durante a aula indo até eles, a correção tem que ser oral e bem explicada. E orientar também sobre a respiração. Alternar os ásanas com exercícios respiratórios é muito bom.

Outra coisa que eu faço nas aulas é relaxamento. Mas esse só deve ser feito se o mar estiver bem liso, caso contrário ao invés de relaxar, os alunos se sentirão mareados. O mesmo vale para a meditação.

Gosto muito de vocalizar mantras, sempre traduzindo o que está sendo cantado e dou preferência por kirtans (cânticos) curtos ou a vocalização do Om. 
Os mantras dão uma descontraída na aula, provocam extroversão nos kirtans, ou introspecção nos japas, como o Om. Além disso promovem muitos outros benefícios se praticados regularmente.

Mesmo assim, para o aluno de SUP YOGA se beneficiar ainda mais da experiência, acho importante uma aula teórica sobre Yoga. Quanto mais o aluno compreender os objetivos da prática e assimilar a filosofia do Yoga, melhor. Praticar ambos seria o ideal. 

Mais imagens no FACEBOOK

DIFERENÇAS ENTRE O SUP YOGA E O YOGA

A maior diferença que eu vejo é que no Yoga, você faz a prática no chão, uma superfície estável. Já no SUP YOGA você pratica sobre a instabilidade do mar e o equilíbrio na prancha, dobrando o desafio. A vantagem é que tanto a consciência corporal quanto o equilíbrio, por serem mais exigidos, acabam trazendo resultados mais rápidos do que com o praticante de Yoga.

Já a meditação é mais complicada no SUP YOGA, pois a instabilidade do mar pode, nesse caso, prejudicar a concentração durante um período mais longo. Por outro lado, nos exercícios, onde a permanência é menor e a concentração é mais exigida, há um equilíbrio, o que então facilita muito o aluno a desconectar dos pensamentos e problemas internos e focar mais ainda na aula.


Quanto mais experiência o professor tiver, melhor vai ser a aula.
Mas não basta também ser um ótimo professor de Yoga e não ter experiência com o mar.
É preciso conhecer as correntes, os ventos e ficar atento ao clima. É preciso passar essa segurança para os alunos e saber como proceder caso um vento forte ou correnteza comece durante a aula.



Entrevista para o Jornal Mundo Pop de Balneário Camboriú


INDICAÇÕES
- qualquer pessoa que queira fazer uma atividade física diferente de tudo que já fez;
- surfistas que querem melhorar o desempenho nas ondas;
- praticantes de Yoga que querem aperfeiçoar suas técnicas.

BENEFÍCIOS
- aumento do equilíbrio, da concentração, da força muscular, da consciência corporal;
- aumento da capacidade respiratória;
- conexão com a natureza, relaxamento, redução do estresse;
- autoconhecimento, motivação, superação que levam ao aumento da autoconfiança e autoestima.

O praticante tem que em primeiro lugar, gostar do que está fazendo. 
O maior benefício é justamente esse. 
Fazer a aula com amor, dedicação e sair dela de alma lavada.


Carolina Carvalho (ByNina)

CONTATO para aulas e Workshops: bynina@hotmail.com

domingo, 22 de setembro de 2013

Felicidade - por Hélio Couto



Essa é uma questão muito simples na verdade.
Mas, os seres humanos fazem de tudo para impedir isso.
Quando é que se tem a produção ideal de endorfinas? Quando se faz o bem.
Quanto mais bem se faz mais se produz. Não existe limite para isso.
Se a pessoa come um pedaço de pudim ela produz um pouco de endorfina.
A lógica diz que se ela comer mais produzirá mais, mas não é assim que funciona.
A partir de um ponto a produção para. Então comer um quilo de pudim não resolve.
Só existe uma coisa que produz endorfina sem limite. Fazer o bem.
É isso que a ferramenta da Ressonância Harmônica procura fazer e passar para as pessoas. As casas/carros/apartamentos que as pessoas pedem são brinquedos que elas acham que as deixarão felizes. Isso vai até certo ponto e para de funcionar. Não adianta comer um quilo de pudim! Todos os brinquedos do mundo farão desta forma. Depois de certo tempo não produzem mais endorfinas. E endorfina é o que te faz feliz.
Daí procura-se um carro maior, um pneu maior, uma casa maior e assim por diante. Até que o limite de novo é alcançado e começa tudo de novo. Isso é levado até a morte normalmente.
Sempre a felicidade é colocada num novo objetivo material. Numa busca sem fim e infrutífera. O fornecimento de endorfinas pode ser ilimitado, mas só se fizermos o que está na nossa programação. No nosso DNA. Ninguém sabe por que é assim, mas se fizer o bem não existe limite de endorfina para você receber.
Essa é a programação do Universo. É um condicionamento pavlovliano. Se o cavalo pular o obstáculo ganha um prêmio. Puro condicionamento. Os seres humanos estão na mesma situação. Se fizerem o que é certo ganham endorfina, senão não ganham. O estímulo é poderoso. Acontece que a lógica aristotélica impede que isso funcione como devia funcionar. Associam-se os brinquedinhos com a endorfina e daí se pensa que mais brinquedo significa mais endorfina.
A programação do universo não é essa. Neste ponto o leitor deve estar se perguntando que tipo de bem e em que quantidade deve fazer para ganhar endorfinas.
Ajudar velhinhas a atravessarem a rua no farol com certeza produz endorfinas. Sendo assim já está pensando em ficar o dia todo atravessando as velhinhas de um lado para o outro! Certo? Com certeza o ganho será grande, mas não o suficiente.
O ser humano precisa de muita endorfina! É preciso fazer algo maior. Quanto maior, mais endorfina. Evidentemente que por lógica chegaremos a seguinte conclusão: ajudar uma velhinha = x endorfinas. Ajudar 100 velhinhas = 100x endorfinas. Ajudar 1 milhão de velhinhas = 1 milhãoX endorfinas. Ajudar 7 bilhões de humanos = 7bilhões X endorfinas.
Como tudo depende da consciência da realidade que a pessoa tem, fazer o bem implica em expandir a complexidade da consciência da humanidade. Ensinar como funciona o universo. É por isso que todo avatar vem para ensinar a humanidade a ajudar o próximo. A fazer o bem. Só que as pessoas entendem que o avatar está atrapalhando os negócios. Portanto, quanto mais pessoas mais endorfinas. E o processo não é linear, é exponencial. A quantidade de endorfinas recebida não segue essa regra simples. É muito maior que isso. Atentem para o detalhe que endorfina está sendo uma metáfora do que se recebe, mas também se recebe endorfina. Em vista disto, não é fácil? Sim. Mas, quem faz isso? Mahatma Gandhi, Martin Luther King, Nelson Mandela.
E os demais? Onde estão? São pouquíssimos aqueles que fazem isso. E toda vez que a pessoa recebe a Ressonância ela recebe um convite para fazer isso. E qual é a resposta: estou muito ocupado. Tenho outras coisas para fazer. E vão atrás de outros brinquedos.
Não tem nada de errado com casa/carro/apartamento, mas a dois mil anos atrás foi dito: “procurai primeiro o Reino dos Céus e tudo o mais vos será dado por acréscimo”. O que não ficou claro na afirmação acima? Foi prometido tudo. Se primeiro fizer o bem.
Primeiro faz o bem, depois ganha o tudo. Só que a humanidade inverteu isso. Primeiro querem o tudo, para depois fazer o bem. Só que esse tudo nunca é suficiente. Portanto, nunca procuram o Reino.

Hélio Couto

Minha foto foi a mais votada no YOGA TRAIL

Minha foto foi a mais votada no YOGA TRAIL
Obrigada a todos por votarem!

ATENÇÃO

Muitas imagens do BLOG são fonte de pesquisa na internet.
As imagens que incluem o @bynina na lateral são criadas por mim, geralmente pego frases de outros autores, citando o mesmo e imagens de fundo disponíveis na internet.
Todas as frases e pensamentos com a assinatura BYNINA embaixo são de minha autoria.
Lembre-se sempre de citar a fonte quando compartilhar.
E se alguma imagem tiver direitos autorais, entre em contato comigo através do e-mail bynina@gmail.com que cito o autor ou retiro imediatamente.
Obrigada pela compreensão!

Carolina Carvalho
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...